segunda-feira, 10 de março de 2008

Ele há vocações que não se podem perder

Já há muito que "navego" na net (no meu caso dir-se-ia mais boiar ou flutuar, quanto muito remar). Cusco aqui e ali, a maioria das vezes até perder o rasto da minha rota inicial e se estou à vontade com o anfitrião digo de minha justiça, faço uma provocaçãozinha . . .
Nunca entrei em chats (sempre achei uma designação um pouco duvidosa) nem em nada desse género, vocês podem achar que não parece mas sou uma pessoa reservada. Mesmo o messenger, onde sempre me recusei a embarcar, só há pouco tempo experimentei pois apanharam-me de madrugada, a meses de distância e não resisti àquele "Olá! a tua madrinha está online".

Nestas minhas andaças fui inadvertidamente meter o nariz numa guerra das grandes, entre alguns dos gigantes da blogosfera portuguesa.

Como acontece por vezes, com assuntos que me despertam interesse, lá estava eu de dedo no ar "pfsor eu também me lembro disso". Entretanto, porque achei que o nível de achincalhamento com o Paulo (um outro que à sua maneira também é Querido e é em parte, responsável por este meu blog) exigia alguma da minha atenção, investiguei um pouco e descobri uma rede considerável de "diz que disse", "a minha pilinha é maior" e lavagem de roupa suja que nem na ribeira de Caneças.
Aprendi mais palavrões ontem, técnicos entenda-se, do que em todos os estudos que já fiz.
Muitos blogs depois: "you've got mail" . . . fui saber de desenvolvimentos. A refrega continuava e nem sinal de tréguas.

Retirei-me de mansinho, não vá o "aqui vai água" acertar-me em cheio . . .

Esta minha mania de meter o nariz em tudo . . . mas como diz o meu amigo Miguel "ele há vocações que não se podem perder".

2 comentários:

Rui Cruz disse...

Para quem está a aprender, está a faze-lo bem e sem se meter na boca do lobo, ou já teria ouvido falar de si. :)


Rui

Marta disse...

Só há pouco tempo tive disponibilidade e computador para começar o blog.
É difícil não me meter, tal como digo no post é uma vocação. Mas vou tentar, para não me queimar muito.