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terça-feira, 16 de março de 2010

Já é Natal?

Não?
Podem comprar na mesma.
SEMPRE - o Jazz português no seu melhor.

domingo, 17 de agosto de 2008

Dorival Caymmi (1914-2008)

Obrigada por todas as vezes que me adormeceste a filha . . . e por me embalares também.

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Deixar de fumar

Como resolução de aniversário e resultado de uma promessa que fiz (largar os cigarros aqui em Maputo), comecei a deixar de fumar.

Digo comecei, porque se trata de um processo, por etapas, que iniciei há já algum tempo.
Primeiro foi a promessa, fase muito importante do processo. Aquela em que um dia nos comprometemos com alguém muito querido, que nos vai moer o juízo nos próximos meses para cumprirmos o prometido.
Depois vem a mentalização. Uma lista interminável com as desvantagens de fumar, contra a única vantagem (“sabe bem”), que vamos lentamente interiorizando:
Faz mal à saúde em geral e à pele em particular, ando sempre com um ar acinzentado;
Tira-me a capacidade de resistência e já não consigo subir doze andares de escadas para evitar o elevador;
Empesta-me com um cheiro desagradável, do qual a minha filha foge e que me deixa sempre pouco à vontade num espaço exíguo como o de um elevador;
Está a estragar-me a voz (se é que ainda tem reparação) e já não posso cantar num qualquer momento que me apeteça, com medo de me sair a cana rachada;
O dinheiro gasto em cigarros dar-me-ia para comprar qualquer coisa ao fim de um ano, nada muito extravagante mas é dinheiro na mesma.
Com certeza que existem outras motivações bem mais relevantes mas se foram estas que me vieram à cabeça, são estas que tem estado a fazer efeito.
Agora chegou o momento de passar à acção. Nada de muito radical (não quero todos à minha volta a dar em doidos no decorrer da minha demanda), consiste apenas num fumar consciente, isto é, só vou fumar quando o meu cérebro o pedir e não apenas porque alguém puxou de um cigarro, porque me apetece ou porque sim. Vou com isto reduzindo o número de cigarros e a minha dependência ao acto de fumar, sem me tornar numa terrível radical anti-fumo, que desata a despachar decretos-lei em casa própria, infernizando a vida de familiares e amigos.

Para quem me conhece (e já agora para quem nunca me conheceu) . . . nunca mais serei a mesma.

terça-feira, 27 de maio de 2008

Sidney Pollack

Director de alguns dos meus filmes preferidos (num deles actor também) e produtor de outro tanto para cinema e televisão, Sidney Pollack morreu ontem com 73 anos.

Uma pequena amostra do que deixou em mim . . .

O mais bonito (a seguir ao "Cor purpura")
Out of Africa (1985)

O mais engraçado
Tootsie (1982)

O mais impressionante
They Shoot Horses, Don't They? (1969)

Sidney Pollack lutava há dez meses contra o cancro.

sexta-feira, 7 de março de 2008

quinta-feira, 8 de março de 2007

A Maria morreu ontem

No meio do pesar, sinto por vezes, a injustiça. O minimo a que ela teria direito, era de morrer hoje, no Dia da Mulher. Uma grande Mulher e uma grande Senhora.
Injustiça também, porque não pude despedir-me (mea culpa).
Há anos que não falava com ela, a não ser um "beijinho" rápido num reencontro de minutos em casa de amigos. Os filhos não podem nem devem ser desculpa para tudo.

Não deixar para amanhã ... quantas vezes vou ter que aprender esta lição.

E eu cheguei a desconfiar que algo não batia certo, mas não queria incomodar (desta vez safam-se os filhos). Não queria incomodar porque sou idiota, porque achei que após a reforma ela quereria algum tempo para si, porque me preocupo tanto em não incomodar que não telefono, não vou, não peço, não faço.
Se puderes aceder à net lá no sitio para onde foste, aqui fica a minha despedida tardia. Obrigada por tudo, muitas saudades e até breve.

Beijinhos não ... de "beijinhos" está o mundo cheio.