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terça-feira, 16 de março de 2010

Já é Natal?

Não?
Podem comprar na mesma.
SEMPRE - o Jazz português no seu melhor.

domingo, 26 de outubro de 2008

O JPT e o FDP da AEMO

Podem chamar os nomes que quiserem ao JPT. Ele também não é de se poupar a esse tipo de "agrados".
Agora, se há coisa que não lhe podem chamar, é de "ilustre desconhecido no mundo da cultura moçambicana" (maputense?). Ele não só é por essas bandas muito bem conhecido, como um dos seus principais divulgadores.
Acima de tudo, há que não dar muita importância ao sucedido, tendo em conta que o agravo parte de alguém que parece sofrer de esquizofrenia aguda. Num momento afirma "nunca li José Saramago" para num outro admitir que acha a sua escrita chata "Portanto se a acho chata é porque já a li". Refere-se ao JPT como "um tal de Teixeira – não conheço os outros nomes" e logo a seguir descreve o seu (suposto) percurso profissional, do qual, que nem eu, sua (suposta) amiga, tenho conhecimento. Finalmente, é para este coerente representante da Associação de Escritores Moçambicanos, "uma grande honra e prazer ter um nome como Pacheco Pereira na nossa associação" mas assim como assim, também o vai mandando para a PQOP . . .
. . . e siga a dança, que os mimos acabaram na caixa de comentários.

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

de Lisboa, despeço-me de África com esta homenagem, feita em Agosto (21/08/89 - data do aniversário da sua morte) mas que, com a confusão da viagem, acabei por não publicar.

O meu "choradinho" preferido - Raul Seixas Ouro de tolo

Tema cuja autoria muita gente desconhece - Raul Seixas - Gita

Um pouco de História - MTV+ Raul Seixas - parte 1, MTV+ Raul Seixas - parte 2, MTV+ Raul Seixas - parte 3

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Viva la vida

Inti-Illimani "Alturas"



Para o aniversariante que fez anos em Março (Ops! quase deixava passar), um grupo que ele muito gosta e que fez 40 anos em Agosto do ano passado. Tem tudo a ver.



E obrigada ao avô que me ensinou o instrumento que me permitiu tocar estes temas pela vida fora . . . o assobio.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

"É um jornalista português!!!"

Premiado pelo seu trabalho "A Guerra", a série documental mais interessantes que vi nas últimas décadas.

« é um trabalho ímpar que oferece uma leitura simultaneamente global e detalhada do conturbado período bélico que precedeu a revolução de 25 de Abril de 1974, opondo as Forças Armadas portuguesas aos movimentos de guerrilha que lutavam pela independência dos territórios coloniais de Angola, Guiné e Moçambique. Um período decisivo e que teve um impacto profundo na sociedade portuguesa, não tendo até hoje recebido o esclarecimento e aprofundamento histórico devidos. » (RTP)

«"Estamos perante uma investigação baseada numa cuidadosa e criteriosa pesquisa de arquivo, mas cuja construção narrativa, ao cruzar géneros jornalísticos diferenciados, possibilita uma reconstituição de grande significado documental que, simultaneamente, permite uma melhor compreensão e abre novas perspectivas de abordagem sobre um período e acontecimentos de importância fundamental na nossa História recente", afirma o júri em comunicado, justificando a atribuição do prémio.» (Público)

Podem, se ainda não viram, ver agora este excelente trabalho jornalístico.

A GUERRA
Um programa de Joaquim Furtado
RTP - Outubro, Novembro e Dezembro de 2007

Pode também ver o Spot promocional no You Tube

sexta-feira, 13 de junho de 2008

"...sonhando versos e sorrindo em itálico..."

"Ah a frescura na face de não cumprir um dever!

Faltar é positivamente estar no campo!

Que refúgio o não se poder ter confiança em nós!

Respiro melhor agora que passaram as horas dos encontros.

Faltei a todos, com uma deliberação do desleixo,

Fiquei esperando a vontade de ir para lá, que eu saberia que não vinha.

Sou livre, contra a sociedade organizada e vestida.

Estou nu, e mergulho na água da minha imaginação.

É tarde para eu estar em qualquer dos dois pontos onde estaria à mesma hora,

Deliberadamente à mesma hora…

Está bem, ficarei aqui sonhando versos e sorrindo em itálico.

É tão engraçada esta parte assistente da vida!

Até não consigo acender o cigarro seguinte…

Se é um gesto,

Fique com os outros, que me esperam, no desencontro que é a vida."

1929, Álvaro de Campos (Fernando Pessoa)

Mundo Pessoa

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Já fui à Beira e fartei-me de andar

Tentando conhecer algo sobre a segunda cidade de Moçambique, passei a manhã toda à procura de informações e imagens sobre a Beira, na internet. Pouca coisa encontrei, para além destas bonitas fotografias.
Depois do almoço, fez-se luz . . . atão e o youtubiu?

Bingo! Para que todos vejam, um documento etnográfico (filmado em 2006).

BEIRA -1 MOÇAMBIQUE, BEIRA - 2 MOÇAMBIQUE, BEIRA - 3 MOÇAMBIQUE, BEIRA - 4 MOÇAMBIQUE, BEIRA - 5 MOÇAMBIQUE, BEIRA - 6 MOÇAMBIQUE, BEIRA - 7 MOÇAMBIQUE.

Eu, abstenho-me de comentar . . . muito se poderia dizer mas não temos tempo (já o perdi de manhã). Mando apenas as minhas condolências à empregada da senhora.
Aos comentários anónimos, que hão de chover, peço que mantenham a compostura.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Zarzueira, zarzueeeeiiiiiraaaaaa

Os brasilairos (como o meu amigo Fi pronunciava quando gozava comigo) que me visitam, são maningue.
É para mim um prazer ver tantas bandeirinhas do Brasil no meu feedjit. Não que eu desdenhe dos lisboetas e do pessoal por aí fora, costa acima, até vila-nova-de-junto-a-Galiza. De todo. São os meus mais fieis leitores: são família.

Mas descobrir que existe uma quantidade considerável (pelo menos para mim) de irmãos do lado de lá do Atlântico, que de vez em quando me visita, é uma honra. Porque a música e o humor brasileiros são parte significativa das minhas referências.

Na música, tirando a velha guarda da música portuguesa de intervenção e algumas pérolas que têm aparecido pontualmente, conheço e gosto muito mais da brasileira.

No humor, é claro que tenho muito boas referências portuguesas como o Raul Solnado, o Mário Viegas, o Herman e recentemente o Ricardo Araújo Pereira (e mais alguém de quem me esteja a esquecer) e que me farto de brincar com as diversas pronúncias portuguesas, mas o brasileiro é mais desbragado, mais à vontade. A língua portuguesa, no Brasil, está viva . . . e recomenda-se.
Muitas influências humorísticas brasileiras, vem do, já esperado Jô Soares e Agildo Ribeiro e vem-me também (lá vem a casa abaixo) das telenovelas. Aquelas em que o grande personagem brasileiro, o povão, é representado por grandes nomes do teatro, ou mesmo da televisão, que aí fazem uma perninha de vez em quando.


Já agora, uma pequena amostra do que tenho conseguido recolher (se tiverem mais mandem-me por favor), tenho um certo prazer em rever estas caras que me põem sempre um sorriso nos labios.



Sinto-me no dever de informar que a maioria de vós vem cá ter através de pesquisas sobre o lixo, camelos e Bob Marley.
Ah! e tem também a grande rainha . . . se tem Elis no texto, já clicou.
Bem hajam!

Pensando bem, se calhar são é todos portugueses. Somos uma grande comunidade e estamos em todo o lado.
Bem hajam na mesma!
Pensando melhor, se calhar as bandeirinhas brasileiras são portugueses e as bandeirinhas portuguesas são brasileiros.
Bem hajam ainda

NOTA: Tenho este post escrito há já algum tempo. Na altura acanhei-me. Hoje, depois de ler "O Declínio Irreversível da Música Popular Brasileira", decidi-me.

terça-feira, 27 de maio de 2008

Sidney Pollack

Director de alguns dos meus filmes preferidos (num deles actor também) e produtor de outro tanto para cinema e televisão, Sidney Pollack morreu ontem com 73 anos.

Uma pequena amostra do que deixou em mim . . .

O mais bonito (a seguir ao "Cor purpura")
Out of Africa (1985)

O mais engraçado
Tootsie (1982)

O mais impressionante
They Shoot Horses, Don't They? (1969)

Sidney Pollack lutava há dez meses contra o cancro.

domingo, 25 de maio de 2008

Bernstein

Um comentário deixado no post anterior, trouxe-me à memória um maestro que me era (e ainda é) muito querido. Com ele, através dos concertos para jovens transmitidos pela RTP, aprendi muito sobre música.

Partilho aqui (graças ao YouTube, por mim já tão elogiado e que por pouco não nos leva à falência por conta dos milhares de downloads), bons momentos, que valem bem a despesa.

Leonard Bernstein - Concertos para jovens

What is a Melody?, What is a Melody? (2)

Qué significa la música I, Qué significa la musica II, Qué significa la musica III, Qué significa la musica IV, Qué significa la musica V, Qué significa la música VI

Qué es un concierto I, Qué es un concierto II, Qué es un concierto III, Qué es un concierto IV, Qué es un concierto V, Qué es un concierto VI

Qué es la orquestación I, Qué es la orquestación II, Qué es la orquestación III, Qué es la orquestación IV, Qué es la orquestación V, Qué es la orquestación VI

Música americana 1, Música americana 2, Música americana 3, Música americana 4, Música americana 5, Música americana 6

El impresionismo I, El impresionismo II

Quase no final do segundo semestre, numa altura de grande pressão por causa dos e-fólios e muitos uploads cerebrais, aqui vão uns quantos dowloads para descomprimir.

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Apelo ao boicote

A APEL não conseguiu fazer valer o bom senso e cedeu à chantagem.

Saramago, tarde demais, fez saber a sua opinião.

Eu, que não poderei estar na Feira do Livro, nem ir lançar o meu olhar duro e desaprovador, quando passasse em frente aos "diferenciados" do Grupo Leya, faço um apelo. Peço-vos que boicotem os seus stands. Não alimentem a prepotência e o cunhadismo, não ponham lá os pés. Ou pelo menos, se não resistirem a entrar (Oh! como vos conheço . . .), não comprem nada . . . e vejam com as mãos, como os espanhois.

quinta-feira, 15 de maio de 2008

E para acabar de vez com a cultura

Giacomo Puccini - Messa di Gloria 1
Giacomo Puccini - Messa di Gloria 2

Pelo Coro e Orquestra Gulbenkian

Olha! Mais cortes!

Agora, de 75 por cento no financiamento dos arraiais das Festas de Lisboa.

«"Se a Câmara tem problemas é porque alguém os criou e não foram as colectividades"» (Sol)
Eu não diria tanto. Se «no ano passado cada uma delas recebeu 5.150 euros» (não imagino quanto terá sido nos anos anteriores, em tempo das vacas gordas), também ajudaram um bocadinho.

«"Caso se mantenha esta verba não podemos fazer arraiais. Não temos capacidade para isso. Pagamos as licenças e o policiamento e depois? Pomos os polícias a cantar?"» (Sol)
Nãããããoooo santinho!
Fazem assim, cobram dois euros por sardinha como costumam fazer e ainda vos sobra dinheiro.

Dou-vos o dinheiro mas só se deixarem o paesinho brincar

E ele é que escolhe as regras do jogo . . .
. . . Ah! e já me esquecia, a Feira do Livro só é considerada "de interesse público", se lá estiver o grupo editorial Leya.

A abrilhantar o debate sobre a questão das barraquinhas da Feira do Livro, surge um representante desse grupo tão acarinhado, a fazer fosquinhas «“Vamos estar no Parque Eduardo VII com os nossos pavilhões e os nossos autores", disse Gomes Teixeira (...). O mesmo responsável vincou que “são públicas as autorizações da Câmara de Lisboa”.»

Mas nem tudo é soberba no mundo dos grandes. Há quem tenha decoro, como é «o caso de Guilherme Valente, da Gradiva, que anunciou há poucos minutos a sua saída desta associação (UEP). “A situação e o comportamento do Grupo Leya na UEP (União dos Editores Portugueses), perverte, em meu entender, o seu carácter e inviabiliza a sua acção de Associação de Editores".» (Público)

Aqui o comunicado de imprensa da APEL, intitulado " A Feira do Livro de Lisboa e as pressões do Grupo Leya". A posição da APEL face à Feira do Livro

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Todos p'rá Feira do Relógio! JÁ!!!

A pouco mais de 15 dias do lançamento da antologia de fotografia (47 autores), "FRAGMENTOS DE EMOÇÃO Antologia de Fotógrafos Contemporâneos" e perante a notícia do Público «Câmara de Lisboa suspende montagem da Feira do Livro e pondera cancelamento de subsídio» , António Silva (que presumo autor do blog FRAGMENTOS DE EMOÇÃO) pergunta num comentário à mesma «. . . e agora? Meus senhores . . .».

Eu pergunto o mesmo e pergunto mais . . .

Será que é mesmo o facto de a APEL não ter entregue o “layout” da distribuição dos pavilhões no Parque Eduardo VII, que está em causa?
Se sim, porque é que só agora decidiram suspender a montagem da Feira? Em principio o "layout" já deveria ter sido entregue há muito mais tempo, ou estou enganada?

Vendo as coisas na outra perspectiva, a tal que parece ser secundária . . . se é a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), a entidade responsável pela organização do evento, porque é que a querem obrigar a autorizar a montagem de pavilhões diferenciados? (Público) Sejam do grupo Leya, do Pais do Amaral ou do Zequinha das pevides.

Em todos estes anos de Feira do Livro, já ouvi queixas em relação ao Sol, à chuva, ao vento, à falta de bicas de água, casas de banho, falta de tempo, falta de dinheiro, falta . . . de energia . . . mas nunca, nunca ouvi uma queixa que fosse em relação às barraquinhas.
Por mim, se é que a minha opinião de alfacinha conta, o grupo Leya pode pôr os seus pavilhões diferenciados . . . na Feira do Relógio, que é para o lado que eu durmo melhor.
Inovação . . . se a Câmara quer inovação . . . comecem por resolver todas as falhas que eu acabei de enumerar. Isso é que era uma grande inovação!

Esta agora . . . ainda por cima uma Praça . . . para isso já existe o segundo andar da Praça da Ribeira. Não lhes serve?
E a praça dos Restauradores? Já estou como o outro:

"- Quem? O infinito?
Diz-lhe que entre. Faz bem ao infinito estar entre gente." (Alexandre O’Neill)

quarta-feira, 7 de maio de 2008

A imprensa do futuro já é gratuita

A não ser que queiram dizer que a imprensa no futuro deverá ser gratuita. Porque a imprensa do futuro já é gratuita.

Precisa de uns ajuste mas a selecção natural encarregar-se-á disso. Eliminará os que não acompanham as evoluções tecnológicas a que assistimos (ao minuto) e descartará os que insistem num jornalismo populista e de fraca qualidade.
É claro que nunca será completamente gratuita, haverá sempre o acesso à Internet. Ou iremos nós viver uma época em que pagamos a água que bebemos e não a Internet? . . . tudo é possível.

E haverá sempre o Borda D’água!

Ups! Até o Borda D’água já está online . . . ou pelo menos o seu blog.

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Vivó You Tube! Vivó Chico!

Alguma vez eu teria maneira de disfrutar destas preciosidades que tenho vindo a partilhar convosco?

Televisão é Bigbrother. You Tube é História!

Roda Viva - Chico Buarque ao vivo no III Festival da MPB (1967) com MPB 4 & Som Três.


(28-07-08) Descobri, através do Cantigueiro, um outro documento digno de referência. Jair Rodrigues - Disparada - Festival de 1966

Não aprendam línguas, não.

A anedota do dia do google vem em inglês. Como não me apetecia estar a traduzir para juntar ao post que escrevi, experimentei os tradutores online . . . "pior a ementa que o cianeto".


A young child walked up to her mother and stared at her hair. As mother scrubbed on the dishes, the girl cleared her throat and sweetly asked; "Why do you have some grey strands in your hair?"
The mother paused and looked at her daughter. "Every time you disobey, I get one strand of grey hair. If you want me to stay pretty, you better obey."
The mother quickly returned to her task of washing dishes. The little girl stood there thinking. She cleared her throat again. "Mother?" She sweetly asked again.
"Yes?" Her Mother replied. "Why is Grandma's hair all grey?"

yahoo - Uma criança nova andou acima a sua mãe e olhou fixamente em seu cabelo. Como a mãe esfregada nos pratos, a menina cancelou sua garganta e pediu-a doce; " Por que você tem algumas costas cinzentas em seu cabelo? " A mãe pausou e olhou sua filha. " Cada vez que você disobey, eu começ uma costa do cabelo cinzento. Se você me quer permanecer consideravelmente, você melhora obey." A mãe retornou rapidamente a sua tarefa de pratos de lavagem. A menina estada lá de pensamento. Cancelou sua garganta outra vez. " Mãe? " Pediu doce outra vez. " Sim? " Sua mãe respondeu. " Porque é Grandma' de s do cabelo cinza toda? "

google - Uma nova Criança andou Acima A SUA Mãe e olhou fixamente em seu cabelo. Como uma Mãe esfregada nós Pratos, cancelou uma menina SUA Garganta e pediu-um doce; "Por que é você tem algumas Costas cinzentas em seu cabelo?" A Mãe pausou e olhou SUA FILHA. "Cada vez que é você desobedecer, eu começ uma Costa do cabelo cinzento. Se você me quer permanecer consideravelmente, você melhora obedecer". A Mãe SUA retornou rapidamente uma tarefa de Pratos de Lavagem. A menina estadia lá de pensamento. Cancelou SUA Garganta outra vez. "Mãe?" Pediu doce outra vez. "Sim?" Sua Mãe respondeu. "PORQUE é Grandma 's de fazer cabelo cinza Toda?"

Altavista - Cabelo do seu do em do fixamente do olhou de Acima A SUA Mãe e do andou de Criança do nova de Uma. Nós Pratos do esfregada do uma Mãe de Como, doce do menina SUA Garganta e pediu-pediu-um do uma do cancelou; de "cabelo do seu do em dos cinzentas de Costas dos algumas do tem do você do é do que Por?" Um olhou SUA FILHA do pausou e de Mãe. de "o desobedecer do você do é do que do vez Cada, costela do uma do começ do eu faz o cinzento do cabelo. Você do SE mim consideravelmente do permanecer do quer, obedecer do melhora do você ". Um tarefa de Pratos de Lavagem do uma do rapidamente do retornou de Mãe SUA. Um menina estadia lá de pensamento. Vez do outra de Cancelou SUA Garganta. "Mãe?" Vez do outra do doce de Pediu. "Sim?" Respondeu de Sua Mãe. de "grandma ' cinza Toda do é PORQUE do cabelo de s de fazer?"

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Que grande espiga!

Esqueci-me de apanhar o meu raminho.
Normalmente compro-o. Em Lisboa não é fácil de apanhar mas aqui, é o que não falta.

Todos os anos, dita a tradição, que na quinta-feira de espiga se apanhem os raminhos (que por aí se vêm à venda), para oferecer às pessoas que nos são mais próximas.

Simbologia:
A espiga - que haja pão, que nunca falte comida e que haja abundância no lar;
O ramo de folhas de oliveira - que haja paz (a pomba da paz traz no bico um ramo de oliveira) e que nunca falte a luz (sabedoria, bom senso, o que lhe quiserem chamar). Antigamente o azeite era o combustível das lamparinas;
Flores (malmequeres, papoilas, etc.) - que haja alegria (simbolizada pela cor das flores). O malmequer ainda, simboliza o ouro e a prata, a papoila, o amor e a vida e o alecrim, a saúde e a força.

(Obrigada às minhas colegas "virtuais" (que, como costumo dizer, de virtual não têm nada) por me fazerem recordar este dia para mim tão simbólico e para o meu homem uma carga de trabalhos, pois ele é alérgico e tem que gramar com um ramo de flores silvestre a apodrecer pela casa, durante um ano.)